Assisti ao filme. É tão divertido quanto os trailers prometiam. A história é bem contada – apesar de ser levemente viajada – e nem um pouco entediante (como alguns filmes vêm sendo pra mim, vide o número de dormidas nas salas de cinema). E apesar das comparações inevitáveis com “A verdade nua e crua” eu achei que o filme conseguiu não ser só uma cópia barata. Claro que tem algumas semelhanças, mas o roteiro não é nem de longe uma cópia da história. No máximo, se realmente houver uma semelhança, “Qualquer gato vira-lata” é uma adaptação muito bem sucedida para a cultura brasileira.
Várias situações que a personagem da Cléo Pires passa já foram vividas por mim mulheres em geral. Eu me acabei de rir e recomendo para todo mundo que tá precisando tirar um pouco o peso dos relacionamentos. É divertido, romântico e quase científico. Pra mim foi uma prova cinematográfica de que o amor só existe mesmo, quando a gente pode ser exatamente aquilo que a gente é! E mais um orgulho do cinema brasileiro.
Ah, e por falar nisso. Nos trailers eu vi vários filmes brasileiros que merecem ser vistos. Estou esperando ansiosamente. Prevejo posts futuros. Hehehe

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